Marcado como o jogo de role-playing para pessoas que não gostavam de jogos de role-playing, o Baldur's Gate: Dark Alliance original foi uma surpresa de êxito em 2003; agora na sequela, Baldur's Gate: Dark Alliance II, está de volta para continuar a luta do bem, quase literalmente, com o último jogo a terminar numa expectativa de mais com os nossos heróis a serem ameaçados por Mordoc o Rei Vampiro.
Apesar do nome de Baldur's Gate, Dark Alliance II, com o seu combate em tempo real e simplificado sistema de estatísticas e regras, é mais Gauntlet (ou Diablo se fores demasiado novo para te lembrar dessa referência) do que um jogo Baldur's Gate. No entanto, isto não implica que seja um jogo simplista com meia duzia de botões. O combate é altamente envolvente, com diferentes tipos de luta, e os ataques de magia e de distância dependendem do personagem que escolheres para controlar. Quando não estiveres a lutar (que não é frequente) podes tomar parte das outras características de um jogo de RPG, comprar e nivelar o teu personagem, que foram feitas tão fácil e interessante quanto possível.
Se te estás a perguntar o que mudou ou foi melhorado para a sequela, a resposta simples é não muito. Até os gráficos se assemelham e as poucas características de jogabilidade que foram alteradas são pouco drásticas. Para ser sincero, não havia muito de errado com o original. --David Jenkins